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O Plano Divino das
Idades
SÉRIE 1
ESTUDOS DAS
ESCRITURAS
“A
vereda dos justos é como a luz da aurora
que vai brilhando mais e mais até
ser
dia perfeita.”
O PLANO DIVINO
DAS IDADES
_________
Escrito em inglês em 1886
Publicado em português em 1985
Primeiro edição em português.
Em
vindicação do caráter e governo de Deus; ao aceitar em sua
totalidade, e também harmonizar as Escrituras, demonstra que a
Permissão do Mal, tanto no passado como no presente, tem sido como um
objetivo educativo e preparatório para conduzir a humanidade inteira
para A PROFÉTICA IDADE DE OURO durante a qual todas as famílias
da terra serão abençoadas com um pleno conhecimento de Deus de uma
completa oportunidade para alcançar a Vida eterna por meio do
Redentor, quem para esse então sera o Grande Restaurador e Doador de
Vida. Atos 3:19-21
_________
AO REI DOS REIS
E SENHOR DOS
SENHORES
EM INTERESSE DE
SEUS SANTOS
CONSAGRADOS
QUE
ESPERAM A ADO ÇÃO
— DE —
“TODOS OS
QUE NO MUNDO
INVOCAM O SENHOR”
“A FAMÍLIA DA FÉ”
—
E DA —
CRIAÇÃO QUE GEME,
ESPERANDO
A MANIFESTAÇÃO
DOS
FILHOS DE DEUS,
DEDICA-SE
ESTA OBRA.
_________
“Para demonstrar
a todos qual é dispensação do Mistério
que desde os séculos esteve oculto
em Deus”. “Segundo
as riquezas da
sua graça, que ele fez abundar para
conosco em toda a sabedoria e
prudência;
fazendo-nos conhecer o mistério
(secreto)
da sua vontade, segundo o seu
beneplácito,
que nele propôs para a dispensação da
plenitude dos tempos, de fazer
convergir
em Cristo
todas as coisas”.
Efésios
3:4, 5, 9, ALV; 1:8-10, ALV
_________
O PLANO DIVINO DAS
IDADES
Prefácio
do Autor
TANTO O autor como os editores deste livro desejam reconhecer
publicamente o favor de Deus por permitir-lhes achar-se identificados
com sua circulação e com seus resultados — luz, alegria, paz e
comunhão com Deus, para muitas almas famintas, sedentas e
desconcertadas. A primeira edição da obra em ingles, em forma de livro,
apareceu no ano de 1886. Desde então, em rápida sucessão, tem sido
reimpresso em idioma original e também em outros 20 idiomas, até o
grau que hoje (1916) se encontram cerca de cinco milhões de exemplares
nas mãos do público do mundo inteiro.
Não abrigamos a esperança de que todos estes exemplares foram lidos, não
obstante, continuamente recebemos cartas que nos demonstram a poderosa
influência que eles exercem no coração de seus leitores. Milhares nos
informam da mudança operada neles; entre o número estão contados
alguns que não consideravam a Bíblia como a Revelação Divina para a
humanidade. Outros nos escrevem am ateus, ou pouco menos, porque
nunca antes haviam conhecido o verdadeiro Deus, nem seu Plano verdadeiro,
e não podiam aceitar, apreciar, nem adorar as qualidades que, como
regra geral, os credos atribuem ao Eterno.
Por mais de cinco anos precedentes a primeira publicação deste volume,
tinhamos praticamente a essência do mesmo, com outro título, e em uma
forma diferente. Este livro intitulava-se: Alimento para cristãos
que pensam (“Food for Thinking Christians”). Seu estilo também
diferia, enquanto a que primeiro atacava o erro, e depois de demoli-lo,
edificava a Verdade em seu lugar. Logo nós convencemos de que não é
esta a melhor maneira, porque alguns se alarmavam ao ver seus erros
derrubados, e não prosseguiam em sua leitura o suficiente para poder
entrever a estrutura formosíssima da Verdade que suplantava erros
demolidos.
Então introduzimos este volume, o qual foi escrito sob o ponto de vista
oposto. Primeiro apresenta a Verdade, demonstra seu poder e beleza, e
logo insinua a remoção do erro, não somente por ser absolutamente
desnecessário, mas além disso por inútil e nocivo. Desta maneira, o
leitor de O PLANO DIVINO DAS IDADES encontra a cada passo algo
com que fortalece sua fé, sente maior proximidade do Senhor, e por
conseguinte, tem confiança de que marcha pelo caminho reto. Uma vez que
a Verdade é discernida, será posto mais e mais de manifesto o absurdo
dos erros, prejudiciais e sem valor que estes são, e gostosamente serão
abandonados.
Sem dúvida que o adversário não simpatiza com nada que abra os olhos
ao povo de Deus, que lhes aumente a reverência para o livro Divino, e
faça cessar sua dependência dos credos humanos. Portanto, como era de
esperar-se, ele se opõe sobremaneira a este livro. Muito poucos
percebem do poder e sagacidade de Satanás; muito poucos conseguem
compreender o significado das palavras do Apóstolo com respeito a este
Príncipe das Trevas, quem, para combater a verdade e destruir sua influência,
se transforma em anjo de luz. Muito poucos percebem de que nosso astuto
Adversário busca a maneira de utilizar os serviços do melhor povo de
Deus, com o propósito de impedir que brilhe a luz e manter fora do
alcance do público O PLANO DIVINO DAS IDADES.
Muitos ignoram que desde o tempo em que começou a “manufatura de
Credos”, no ano 325 E.C., praticamente não se fazia estudo da Bíblia
por um período de 1.260 anos. Poucos se têm inteirado de que durante
esse tempo os credos foram rebatidos nas mentes de muitos milhões de
gente atando-os a horríveis erros e cegando-os de tal maneira que não
podiam ver o glorioso caráter Divino de Amor, Justiça, Sabedoria e
Poder. São poucos os que têm conhecimento que desde a Reforma —
quando a Bíblia começou voltar às mãos do público — alguns
reformadores com muito boas intenções, mas solenemente enganados,
cegados e maniatados pelos erros do passado, no seu turno têm servido
para manter o povo nas trevas. Poucos sabem que o verdadeiro estudo da Bíblia,
tal qual era praticado pela igreja primitiva, nos dias dos Apóstolos,
está sendo apenas posto novamente em prática pelos Estudantes da Bíblia.
Em primeiras edições deste livro usávamos o título de A Aurora do
Milênio (“MILLENNIAL DAWN”). Quando notámos que alguns
sentiram um engano ao tomá-lo por uma novella, e para evitar que sob
tal impressão alguns o comprassem, adotamos para a série de volumes o
título que agora utilizamos: “ESTUDOS DAS ESCRITURAS”, o qual não
dá lugar a equivocações.
Foi nos perguntado porque não encontra-se esta obra para a venda nas
livrarias, ao que respondemos que ainda quando os donos delas com gusto
teriam estes livros, não obstante são ameaçados de boicote por certa
classe de fanáticos religiosos, os quais têm proposto de impedir sua
circulação. Isto, a primeira vista, parecia um grande desastre, como
se ao Adversário lhe fosse permitido impedir a disseminação da
Verdade. Não obstante, Deus de tal maneira manejou o assunto, que hoje
em dia provavelmente não se encontra outro livro que tenha alcançado
uma circulação tão gigantesca e permanente, como este volume. Os que
por causa de seus prejulgamentos se negavam de lê-lo, e lutavam contra,
faziam-o por estar dando crédito a falsidades e a más informações.
Muitos exemplares têm sido
queimados por gente que, sem lê-los, cedeu a muito ao que diz contra o
livro. O mesmo sucedeu durante a Idade Média aos seguidores de Jesus
que foram martirizados. Ainda próprio Jesus sofreu nas mãos daqueles
que nem a Ele, nem suas doutrinas, souberam compreender. Em prova disto,
o Apóstolo Pedro enfaticamente declara: “E agora, irmãos, eu sei que
o fizestes por ignorância, como também as vossas autoridades” (Atos
3:17); e Paulo acrescenta: “Porque, se tivessem conhecido, jamais
teriam crucificado o Senhor da glória.” — 1 Coríntios 2:8
Mas, se os inimigos deste livro foram injustos, encarniçados e faltos
de verdade, em troca seus defensores são proporcionadamente ardentes,
cheios de zelo e infatigáveis. Os milhões de exemplares que se acham
nas mãos do público, têm passado quase todos pelas mãos de seus
amigos, os quais, por amor à Verdade, dedicam tempo e energia em prol
de sua extensa circulação. É um fato conhecido para nós que ao
escrever estas linhas, aproximadamente seiscentos verdadeiros cristãos
de todas as classes sociais, têm abandonado todo negócio terrestre,
todo prospecto e ambição, com o objetivo de glorificar o nome do
Senhor e abençoar os seus santos famintos ao pôr este livro em suas mãos.
O número inclue doutores, professores de escola, enfermeiras, ministros,
mecânicos, barbeiros, enfim, gente de todas as classes sociais, cujos
corações abrangidos pelo amor de Deus, estão anciosos de passar a bênção
a outros corações e intelectos.
Os livros são vendidos por um preço tão reduzido que os colportores
encarregados de apresentá-los ao público escassamente podem prover
para seus gastos. Não obstante, maior é seu regozijo quando algumas
vezes se lhes apresenta a oportunidade de experimentar privações,
sendo deste modo contados dignos de sofrer inconvenientes e necessidades
por causa do Senhor, da Verdade e de seus irmãos. A boa obra vai em
progresso. A mensagem da Vida em Cristo passa de mão em mão. A
presente circulação do livro é enorme. Oxalá que suas bênçãos no
futuro sejam em proporção para as recebidas no passado. O Autor e os
editors não podem pedir mais.
Desejando a verdadeira
felicidade a todos os leitores,
Vosso servo no Senhor,
CHARLES TAZE RUSSELL
Brooklin, N.Y., 1 de Outubro de 1916
CONTEÚDO
ESTUDO
I
A
NOITE DO PECADO NA TERRA TERMINARÁ
COM UMA MANHÃ DE ALEGRIA
Uma
noite de choro e uma Manhã de alegria. — Dois métodos para buscar a
Verdade. — O método aqui proseguido. — Objetivo desta obra. Diferença
entre o estudo reverente das Escrituras e o perigoso costume de
especular. — O objetivo das Profecias. — A condição religiosa
atual do mundo considerada sob os dois pontos de vista. — Obscuridade
egípcia. — Um arco-íris da promessa. — A vereda dos justos é
progressiva. — Causa da Grande Apostasia. — A Reforma. — A mesma
causa de novo impede o progresso real. — A perfeição do Conhecimento
não é uma coisa do passado, mas do futuro. [9]
ESTUDO II
EXISTÊNCIA DE UM
SUPREMO E INTELIGENTE CRIADOR ESTABELECIDA
A
evidência fora da Bíblia, examinada à luz da razão. — Uma teoria
insustentável.—Uma teoria razoável. — O caráter de Deus
demonstrado. — Deduções lógicas… [33]
ESTUDO III
A BÍBLIA COMO UMA
REVELAÇÃO DIVINA EXAMINADA À LUZ DA RAZÃO
Pretensões
da Bíblia e suas evidências exteriores de credibilidade. — Sua
antiguidade e preservação. — Sua influência moral. — Motivos dos
escritores. — Caráter geral de seus escritos. — Os livros de Moisés.
— A Lei de Moisés. —Particularidades do governo instituído por
Moisés. — Não foi um sistema de embuste sacerdotal. — Instruções
aos governantes civís. — Igualdade dos ricos e dos pobres diante da
Lei. — Salvaguarda para impedir o desarranjo contra os direitos do
povo. — O Sacerdócio não era uma classe favorecida. — Maneira como
se sustentava. — Os estrangeiros, as viúvas, os orfãos, e os servos
protegidos contra a opressão. — Os Profetas da Bíblia. — Existe um
comum vínculo de união entre os livros da Lei, os Profetas e o Novo
Testamento? Razoabilidade dos Milagros. — Lógica conclusão.
[41]
ESTUDO IV
ÉPOCAS E DISPENSAÇÕES
ASSINALADAS NO DESENVOLVIMENTO DO PLANO DIVINO
O
Plano de Deus definido e sistemático.—Três grandes Épocas na história
do mundo. — Seus distintos aspectos.—“A terra permanence para
sempre.” — O Mundo Vindouro. Novos Céus e uma Nova Terra. —
Subdivisão destas grandes Épocas. — Aspectos importantes do Plano de
Deus trazidos à vista. — A ordem, uma vez reconhecida, revela a
harmonia. — “Manejando bem a Palavra da Verdade.” [73]
ESTUDO V
“O MISTÉRIO QUE
ESTEVE OCULTO
DOS SÉCULOS E DAS GERAÇÕES,
MAS AGORA FOI MANIFESTO
AOS SEUS SANTOS”
Tênue
luz da Primeira Promessa. — A Promessa feita a Abraão. — A esperança
retardada. — O Mistério principia-se a revelar desde Pentecostes. —
O que é este Mistério. — Porque foi um Mistério tanto tempo. —
Todavia é um Mistério para o mundo. — A seu tempo sera manifestado a
todos. — Quando se cumprirá o Mistério. [87]
ESTUDO VI
A VOLTA DE NOSSO
SENHOR — SEU OBJETIVO,
A RESTAURAÇÃO DE TODAS AS COISAS
O
Segundo Advento PESSOAL e pre-milenário do nosso Senhor. — Sua
relação com a Primeira Vinda. — Seleção da Igreja e conversão do
mundo. — Eleição e Graça Livre. — Prisioneiros da esperança. —
O testemunho profético concernente à Restituição. — A Volta do
Senhor é a esperança da Igreja e do mundo. [101]
ESTUDO
VII
A
PERMISSÃO DO MAL E SUA RELAÇÃO
COM O PLANO DE DEUS
Porque
foi permitido o Mal? — O Bem e o mal como princípios. — O sentido
moral. — Deus permite o Mal, e fará que resulte em Bem. — Deus não
é o autor do pecado. — A prova de Adão não foi uma farsa. — Sua
severa tentação. — Pecou voluntariamente. — A pena do pecado não
é injusta nem demasiado severa. — A Sabedoria, o Amor e a Justiça
demonstrados ao condenar a todos em Adão. — A Lei de Deus é
universal. [135]
ESTUDO VIII
O DIA DO JUÍZO
Opinião
geral acerca do Dia do Juízo. — É bíblica? — Definição dos
terminus Juízo e Dia. — Vários dias de Juízo mencionados nas
Escrituras. — O Primeiro Dia do Juízo e seus resultados. — Outro
decretado. — O Juiz. — O caráter do Juízo Vindouro. — Pontos de
semelhança, e diferenças entre o Primeiro Juízo e o Segundo. —
Responsabilidade presente do mundo. — Dois Juízos intercorrentes e
seu objetivo. — Opiniões muito diferentes acerca do Juízo Vindouro.
— Como o consideravam os Apóstolos e Profetas. [159]
ESTUDO IX
O RESGATE E A
RESTITUIÇÃO
O
Resgate garante a Restituição. — O que se obtem com o Resgate não
é a Vida Eterna senão a oportunidade para ganhá-la. — As condições
e vantagens desta prova. — Necessidade do sacrifício de Jesus. —
Como a raça podia ser e foi redimida pela morte de uma pessoa. — A fé
e as obras ainda são necessaries. — O salário do pecado voluntário
é iniludivel. — Haverá lugar na terra para os milhões de
ressuscitados?—A Restituição contra a evolução. [173]
ESTUDO X
AS NATUREZAS
HUMANA E ESPIRITUAL,
SEPARADAS E DISTINTAS
Falsos
conceitos comuns. — A Natureza Terrestre ou Humana e a Celestial ou
Espiritual. — Glória Terrestre e Glória Celestial. — Testemunho da
Bíblia tocante aos seres espirituais. — Mortalidade e Imortalidade.
— Podem os seres Mortais ter Vida Eterna? — Justiça na concessão
dos favores. Um suposto princípio examinado. — A variedade em Perfeição.
— Os direitos soberanos de Deus. — A provisão de Deus para o homem
é satisfatória. — A eleição do Corpo de Cristo. — Como sera
efetuada a mudança da Natureza deles. [201]
ESTUDO XI
OS TRÊS CAMINHOS—O
ESPAÇOSO,
O APERTADO E O SANTO
O
Caminho Espaçoso que conduz à perdição. — O Caminho Apertado que
conduz à vida. — O que é a vida? — A Natureza Divina. — A Relação
que existe entre a Natureza Divina e a Humana. — O prêmio que se
encontra no final do Caminho Apertado. — A Chamada Celestial está
limitada para a Idade Evangélica. — Dificuldades e perigos do
Cfaminho Apertado. — O Caminho Santo. [237]
ESTUDO XII
EXPLICAÇÃO DO
MAPA QUE REPRESENTA
O PLANO DAS IDADES
As
Idades. — As Ceifas. — Planos de Justificação imputada e efetiva.
— O proceder do nosso Senhor Jesus Cristo. — O proceder dos seus
seguidores. — Três classes na igreja nominal. — A separação no
tempo da Ceifa. — Glorificação da classe ungida. — A classe da
Grande Tribulação. — Queima do Joio. — O Mundo abençoado. — O
glorioso resultado. [253]
ESTUDO XIII
OS REINOS DO MUNDO
O
Primeiro Dominio. — A perda do direito a ele. — Sua redenção e
restauração. — O Típico Reino de Deus. — O Usurpador. — Duas
fases do domínio atual. — Os poderes existentes são ordenados por
Deus. — A visão de Nabucodonosor acerca deles. — A visão de Daniel
e sua interpretação. — Os Reinos do Mundo apresentados sob outro
punto de vista. — Relação apropriada da Igreja com os governos do
tempo presente. — Breve exame do direito divino dos reis. — Falsas
pretensões da Cristandade. — O Quinto Império Universal proporciona
melhor esperança. [283]
ESTUDO XIV
O REINO DE DEUS
A
proeminência do tema. — O caráter do Reino. — O Reino durante a
Idade Evangélica. — Idéias falsas corrigidas por Paulo. —
Resultado das falsas idéias acerca do Reino. — Duas fases do Reino de
Deus. — A fase espiritual e sua obra. — A fase terrestre e sua obra.
— Harmonia de suas operações. — A glória da fase terrestre. — A
glória da fase celestial. — O Pacto original do qual brotam estas
ramificações. — A fase terrestre do Reino é israelítica. — As
tribos perdidas. — A Jerusalém celestial. — Israel, um povo típico.
— A perda e recuperação de Israel. — As classes escolhidas. — Os
herdeiros do Reino. — O Regime de ferro. — Ilustração do objetivo
do Reino Milenário. — Entregado o Reino ao Pai. — O Plano original
de Deus concluído em sua totalidade. [315]
ESTUDO XV
O DIA DE JEOVÁ
“O
Dia de Jeová”, o “Dia de Vingança”, e “Dia da Ira”. — Um
tempo de grande angústia. — Sua causa. — O testemunho da Bíblia
concernante a esse tempo. — Demonstrações de que seu fogo, e o furacão,
o mesmo que os abalos e o derretimento, são simbólicos. — O
testemunho de Davi. — O testemunho do Revelador. — A presente situação
e o futuro prospecto desde o ponto de vista dos partidos opostos, o
Capital e o Trabalho. — Um remédio que não será eficaz. —
Precisamente a tempo se enrola o Véu e se deixa penetrar a Luz. —
Provas disto. — A condição dos Santos durante a Angústia, e sua própria
atitude neste respeito. [353]
ESTUDO XVI
PENSAMENTOS PARA
CONCLUIR
Nosso
dever para a Verdade. — Seu Preço. — Seu Valor. — Seu Proveito. [395]
Símbolos das traduções bíblicas citadas ou
mencionadas neste livro:
AL—A Bíblia Sagrada, traduzida por João
Ferreira de Almeida, edição revista e corrigida, impressão de 1980.
ALA—A Bíblia Sagrada, traduzida por João
Ferreira de Almeida, edição revista e atualizada no Brasil, impressão
de 1980.
ALV—A Bíblia Sagrada, versão da Imprensa Bíblica
Brasileira, baseada na tradução de
João Ferreira de Almeida, impressão de 1979.
HG—A Bíblia Sagrada, traduzida segundo os
originais Hebraico e Grego.
Qualquer citação ou menção não acompanhada por uma
abreviatura específica tem concordância com mais traduções bíblicas ou com a explicação do autor.
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